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Blog - KS Pulverizadores - Sistema KS e Pulverizadores Autopropelidos
Sistema KS apresenta alto desempenho em plantação de arroz
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Sistema KS apresenta alto desempenho em plantação de arroz

Marcadas por grandes ondulações no terreno, as plantações de arroz, que contam com taipas para a produção, compravam que o Sistema de Estabilização de Barras da KS supera até mesmo os terrenos com grandes oscilações. Em mais uma demonstração, a tecnologia apresentou um alto desempenho.

Antes de instalar o Sistema KS, as barras sofriam o "efeito chicote", devido às taipas, o que poderia danificar o equipamento, como entorta e quebra de bicos. Depois da instalação, mesmo em pulverizador de arrasto, a aplicação ocorre de forma linear, sem o desperdício de defensivo, com mais segurança ao operador. 

Testado e aprovado por mais de 11 mil produtores de norte a sul do País, o Sistema KS trabalha por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o efeito chicote. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais.

Com a tecnologia, as barras do pulverizador trabalham totalmente de forma automatizada. O Sistema é regulado para cada máquina e mantém as barras niveladas. O equipamento também colabora para um aumento vida útil do sistema hidráulico do pulverizador.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Pulverização: a importância da faixa de aplicação
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Pulverização: a importância da faixa de aplicação

Planejamento para evitar desperdícios. Não realizar uma definição adequada da faixa de aplicação pode resultar em vários problemas, como a sobreposição, a deriva e a saturação da folha. Tudo isso reflete diretamente no resultado final da produção e na lucratividade do produtor.

A faixa de aplicação é a largura da faixa tratada por um bico a cada passada do pulverizador. No pulverizador de barras, a faixa de aplicação é igual ao espaçamento entre bicos. A faixa de aplicação pode ser calculada na extensão total da barra, multiplicando o espaçamento entre bicos pelo número de bicos. Uma barra que possui 37 bicos com espaçamento entre bicos de 0,5 metros terá faixa de aplicação total de 18,5 metros.

O que pode evitar:

  • Sobreposição: aplicação dobrada sem necessidade;
  • Deriva: deslocamento da calda do produto para fora do alvo;
  • Saturação da folha: escorrimento do produto.

Com informações do Senar

Pulverização: 'Nem lembro mais das dificuldades de antes do Sistema KS'
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Pulverização: 'Nem lembro mais das dificuldades de antes do Sistema KS'

"Já até me esqueci das dificuldades que tinha. São mais de 10 anos de tranquilidade", conta o agricultor Walter Koschinski. Há mais de uma década, ele utiliza o Sistema de Estabilização de Barras da KS Pulverizadores. Produtor de soja e milho em Assis Chateaubriand, ele instalou o primeiro kit da KS em seu pulverizador de arrasto que tinha na fazenda. Depois vieram os autopropelidos e a exigência de ter o sistema foi mantida.

Os benefícios do Sistema KS vão além de proporcionar uma aplicação uniforme e de evitar o efeito chicote. A tecnologia também contribui na economia de defensivo e na otimização do tempo na aplicação. A economia, segundo o produtor, com um pulverizador com barra de 30 metros, varia entre 15% e 25%, dependendo da área. "Não perdemos passadas, trabalhando com barra aberta total; não precisa virar no meio do ‘talhão’. Depende muito da área e a quantidade de curva. A soja pode estar alta que isso não interfere no serviço”, conclui o agricultor.

Testado e aprovado por produtores e operadores de máquinas de norte a sul do País, o Sistema KS trabalha por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o “efeito chicote”. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Como calcular a dosagem para aplicação de defensivos agrícolas
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Como calcular a dosagem para aplicação de defensivos agrícolas

Com o avanço da tecnologia no campo, uma das etapas mais importantes no manejo é o planejamento das ações. Na área de pulverização, tudo deve ser levado na ponta do lápis, calculado e analisado. Nessa fase de trabalho, geralmente, podem ocorrer desperdícios, o que faz o produtor perder tempo e dinheiro. Para buscar amenizar ainda mais as perdas, hoje, abordaremos o cálculo que se deve fazer da dosagem de defensivos agrícolas.

Cálculo por hectare
Volume de calda gasto será obtido multiplicando-se a vazão do pulverizador (15,38 litros/min) pelo tempo que se gasta para a pulverização (9,52 min/ha). Volume consumido/ha = 15,38x9,52 = 146,46 litros/ha.

Cálculo da quantidade para o preparo da calda
Normalmente, as embalagens dos defensivos podem apresentar recomendação de dosagem em duas formas:

  • na forma de XX a YY gramas de produto/ha ou XX a YY mililitros/ha;
  • na forma de XX gramas de produto por 100 litros ou XX mililitros de produto por 100 litros, com recomendação de um volume de calda mínimo que deve ser utilizado para controle eficiente de pragas e doenças.

A recomendação apresentada na forma de XX gramas ou mililitros/100 litros é amplamente utilizada pelos agricultores devido à facilidade dos cálculos para preparo da calda. Entretanto, essa recomendação só deve ser utilizada quando se emprega grandes volumes de calda, ou seja, acima de 500 litros por hectare, obedecendo à recomendação do fabricante do defensivo.

Para o exemplo de consumo de 150 litros de calda/ha, o agricultor deverá utilizar uma recomendação que especifique a dosagem do agrotóxico em gramas ou mililitros por hectare.

Exemplo:
Supondo que o agricultor utilizará um inseticida para controle de uma determinada lagarta. No rótulo ou bula da embalagem, o agricultor encontra a recomendação de dosagem de 1,5 a 2,0 L/ha do produto comercial. Devido às características da cultura e do elevado risco de infestação da praga, o agricultor optou por aplicar a dosagem de 2,0 litros do produto comercial por hectare. Supondo que a capacidade do tanque do pulverizador é de 500 litros, volume esse, suficiente para tratar 3,33 hectares. (Fonte: Embrapa)

Aplicativos de celular
Novas ferramentas permitem ao usuário definir a dose de uso do herbicida na medida do quadro de infestação. A tecnologia atende a produtores de 15 culturas para as quais o herbicida da empresa está registrado, incluindo soja, milho, algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão e pastagens.
Os aplicativos Calculadora de Crucial® e WeedApp® são gratuitos e estão disponíveis nas lojas virtuais, nas versões Android e IOS.

Como calcular a área tratada por minuto
Exemplo:
Largura da área tratada = 40 bicos x 0,6m de espaçamento entre bicos = 24 metros
Área tratada = velocidade x largura da área tratada
Área tratada = 200m/min x 24 metros = 4800 m/min
Em hectare = 4800/10000 = 0,48 ha/min
A fórmula da taxa de aplicação é:
Taxa de aplicação = vazão total/área tratada

Exemplo:
Taxa de aplicação = 32L/min/0,48ha/min = 67 L/ha
Quantidade de produto para o preparo da calda
Quantidade = (capacidade do tanque x dosagem do produto)/taxa de aplicação

Exemplo:
Se o tanque é de 2000 litros e dosagem do produto de 0,2 L/ha:
Quantidade = (2000×0,2)/67 = 5,97 L de produto para o preparo da calda de um tanque cheio do pulverizador.
Com informações do site Lavoura 10

Cuidados - antes da pulverização da cultura
* Verifique se o tanque do pulverizador está limpo;
* Coloque água limpa no tanque e faça funcionar o equipamento;
* Caso exista vazamento, conserte-o. Peças com defeito devem ser substituídas;
* Verifique se não há vazamento ou entupimento dos bicos e mangueiras;
* Observe se o jato formado está correto. Se necessário retirar o bico e limpar com uma escova ou pincel, destinado exclusivamente para essa finalidade. Nunca desentupir o bico de pulverização com a boca. Não usar arame, prego ou grampo para desentupir o bico.

Cuidados - após ao período de pulverização
* Esvaziar totalmente o tanque em local seguro – o ideal é repassar algum local da cultura com as sobras da calda do tanque. Para evitar esse desperdício, preparar apenas a quantidade de calda necessária para tratar a área;
* Lavar o exterior e interior da máquina com detergente;
* Aplicar uma solução de 80% de óleo lubrificante e 20% de óleo diesel nas partes metálicas do equipamento para evitar a corrosão. 

Clique aqui para ler a cartilha completa da Embrapa.

Como fazer a calibração do pulverizador
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Como fazer a calibração do pulverizador

O sucesso de uma pulverização está atrelado a vários fatores, como a calibração do pulverizador. Além de evitar perdas devido ao amassamento das culturas, o produtor também pode perder dinheiro por causa de calibrações inadequadas. A pulverização é uma das atividades na agricultura que deve receber muita atenção. Caso alguns pontos não sejam observados corretamente, a perda de defensivo pode chegar a 70%. Um pulverizador bem regulado e calibrado é a certeza de uma aplicação eficiente e segura.

O objetivo da calibração é colocar a quantidade correta do agrotóxico no alvo, no local onde ocorre o ataque dos problemas fitossanitários, com o menor consumo de calda. Se houver uma deposição eficiente, o controle será mais efetivo e o número de aplicações poderá ser reduzido.

Entre os equipamentos utilizados na regulagem e calibração de pulverizadores estão: jarra e proveta, manômetro, termohigroanemômetro Kestrel, mesa de checagem de distribuição, papel sensível e software E-Sprinkile. Antes de começar, é essencial que se verifique as condições gerais de funcionamento do pulverizador, como do tanque, mangueiras, peneiras, filtros, o visor do nível de calda, o protetor de cardan; o estado geral das bombas, dos comandos e correias; ramal e bicos; além da conservação das pontas de pulverização.

Calibração:

  • Selecione a altura da barra, distância e tipo de pontas;
  • Abasteça o pulverizador com água;
  • Marque 50 metros na lavoura, determine rpm, selecione a marcha, ligue a tdp, percorra os 50 metros e marque o tempo;
  • Afrouxe a válvula de pressão, abras o fluxo para as barras e ajuste a pressão (cone = 45 a 200 psi, leque = 30 a 60 psi);
  • Faça uma checagem visual do padrão de pulverização e alinhamento do jato de aplicação;
  • Colete o volume nos bicos no tempo indicado para os 50 metros com:
    a) copo calibrado
    b) caneca graduada
  • Repita a operação em vários bicos, faça a média;
  • Leia a bula do produto, verifique se está conforme a recomendação pressão/velocidade/troca bicos);
  • Verifique a dosagem do produto:
    a) Por hectare = 600 / 400 x 2,0 = 3 lt/tanque
    b) Por concentração = 600 / 100 x 0,20 = 1,2 lt/tanque
  • Se for baixo volume: aumente pressão, diminua velocidade ou troque bicos;
  • Se for alto volume: diminua pressão, aumente velocidade ou troque bicos.
    (Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC)

Etapas da tecnologia de aplicação:

  • Identificação e monitoramento do alvo;
  • Identificação de condições ambientais;
  • Identificação dos químicos;
  • Meio ambiente e saúde.
Pulverização: Você ainda sofre com o efeito chicote?
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Pulverização: Você ainda sofre com o efeito chicote?

Testado e aprovado por mais de 11 mil produtores e operadores de máquinas de norte a sul do País, o Sistema KS trabalha por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o efeito chicote. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais.

Com a tecnologia, as barras do pulverizador trabalham totalmente de forma automatizada. O Sistema é regulado para cada máquina e mantém as barras niveladas. “Antes, não dava tempo de levantar a barra e ela pegava no chão; entortava, gerando um grande prejuízo”, assim recorda o produtor rural de Tupãssi (PR), Gilliar dos Santos. Depois que ele adquiriu o Sistema de Estabilização de Barras da KS Pulverizadores obteve um melhor rendimento operacional.

A tecnologia também contribui na economia de defensivo e na otimização do tempo na aplicação, do início ao fim do ciclo da soja, mesmo com a planta já em porte alto. O Sistema KS colabora para um aumento vida útil do sistema hidráulico do pulverizador.

Efeito chicote
Responsável por mais de 90% das quebras e trincas de barras de pulverizadores, o efeito chicote pode causar muita dor de cabeça e prejuízo ao produtor rural. O problema é causado por oscilações e irregularidades no terreno, desestabilizando e sobrecarregando as pontas das barras. Para evitar esse problema, agricultores e operadores estão utilizando o Sistema KS.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.