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Saiba a importância de se regular a pressão do pulverizador
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Saiba a importância de se regular a pressão do pulverizador

São vários cuidados que o produtor deve ter na fase de pulverização. Para que os trabalhos ocorram a contento, a regulagem e a calibração do pulverizador devem ser feitas de maneira eficiente. Entre os prejuízos com o ajuste inadequado da pressão está a deriva das gotas, que podem atingir áreas vizinhas, danificando a plantação.

A pressão de pulverização é a energia utilizada no sistema para quebrar a tensão superficial de calda em gotas, sendo medida pelo manômetro. A pressão dentro do sistema de pulverização pode ser usada para identificar a vazão e o tamanho da gota. Regular a pressão no sistema também é crucial para manter os demais parâmetros e seguir as recomendações dos profissionais que fizeram os cálculos.

O ajuste final do volume de calda deverá ser feito através da pressão. Segundo especialistas, a pulverização terrestre deve ser feita com uma pressão de 2 a até 4 bar, ou entre 30 e 60 libras. A pressão escolhida deverá estar dentro dos limites mínimos e máximos estipulados pelo fabricante das pontas de pulverização, preferencialmente com valores médios.

Caso trabalhe com pressões menores que o recomendado poderá não ter uma abertura correta do jato, ocasionando falhas na cobertura da área tratada. Já no caso de pressões elevadas, a vida útil do seu sistema e principalmente das pontas de pulverização serão reduzidas.

Escolha da ponta de pulverização conforme a vazão nominal e a pressão de trabalho da ponta, por meio do uso de informações do fabricante. (Com informações do Blog Agricultura do Futuro)

9 vantagens de se usar um pulverizador autopropelido
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9 vantagens de se usar um pulverizador autopropelido

Considerada uma das etapas mais importantes do ciclo de produção agrícola, a pulverização exige muito planejamento e cuidados para se evitar desperdícios de produto e de tempo. Nesse combate a pragas, doenças e insetos, que podem colocar a plantação em risco, os produtores utilizam o pulverizador de arrasto e o autopropelido. O primeiro é utilizado junto a um trato. Já o segundo é mais independente e conta com mais tecnologia na realização dos trabalhos.

São várias características de um autopropelido, como o mapeamento da área aplicada, além de vão livre maior, oferecendo uma maior distância do solo e o primeiro ponto de estrutura da máquina. Nesse tipo de pulverizador, as barras podem ser maiores, o que amplia o processo de aplicação. Confira as principais vantagens de um pulverizador autopropelido.

Vantagens:
1 - Maior precisão na pulverização;
2 - Aumento do rendimento operacional;
3 - Otimização de custos de insumos e produção;
4 - Facilita o planejamento da atividade de pulverização;
5 - Menor custo por área pulverizada;
6 - Pode ser utilizado em fases mais adiantadas das culturas;
7 - Maior segurança e conforto ao operador;
8 - Pode ser utilizado na agricultura de precisão;
9 - Maior velocidade de deslocamento da máquina.
(Informações do site Tecnologia no Campo)

Custo-benefício
Além de contar com os pulverizadores com um dos melhores custos-benefícios do Brasil, a linha Starker da KS Pulverizadores possui toda a tecnologia embarcada necessária para otimizar os resultados na aplicação de defensivos em larga escala. Projetados para atender as necessidades do pequeno e médio produtor, entre os opcionais das máquinas está o piloto automático hidráulico, Led azul e o Sistema de Estabilização de Barras da KS. A Indústria conta com pulverizadores autopropelidos que podem ser financiados por meio do Programa Mais Alimentos. Clique aqui para conhecer o Pulverizador Starker 1.500.

Para aumentar ainda mais a velocidade de aplicação, os produtores de norte a sul do Brasil estão investindo no Sistema de Estabilização de Barras da KS. A tecnologia funciona por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o “efeito chicote”. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais. Com a tecnologia, as barras do pulverizador trabalham totalmente de forma automatizada. Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Pulverização: Veja por que usar filtro de pontas
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Pulverização: Veja por que usar filtro de pontas

Na pulverização agrícola, todos os pontos devem ser extremamente observados para evitar desperdícios e prejuízos. Um bico de pulverização conta com algumas partes com diferentes finalidades, mas todas com fundamental importância para seu funcionamento.

Conhecidos também como “peneira” e responsável pela durabilidade dos bicos, a falta do uso do filtro de pontas é uma das grandes causas dos desgastes e motivo de pouca durabilidade do bico. Em muitos casos, é devido ao uso inadequado ou até mesmo sem fazer o seu uso.

A função da peneira é basicamente filtrar as impurezas da calda de pulverização, impedindo que haja a danificação ou obstrução da ponta. A utilização de malhas muito finas não permite a passagem do produto nem das impurezas, malhas adequadas não permitem a passagem de impurezas e malhas muito grossas permitem a passagem do produto e das impurezas simultaneamente.

Mas não é somente utilizar. Periodicamente, o produtor ou operador deve fazer as verificações, conferindo se o filtro corresponde a ponta que está sendo usada. Veja toda vez que for operar o pulverizador. Se o filtro usado não corresponder à ponta, isso pode causar prejuízo à lavoura, pois gera má aplicação do defensivo ou, até mesmo, gastos excessivos de produtos no plantio. Para auxiliar e não ter erros, observe com atenção o catálogo ou o guia de especificação do bico. (Com informações do site Mais Soja)

Já ouviu falar em calibração digital de pulverizadores?
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Já ouviu falar em calibração digital de pulverizadores?

Imagine você estar em dois lugares ao mesmo tempo. É isso que a calibração digital de pulverizadores promete. Avalia, simultaneamente e em tempo real, a pressão e a vazão da calibração de pulverizadores, além de calcular e documentar automaticamente.

Formado por manômetro digital integrado com fluxômetro, o equipamento também realiza avaliação gráfica em tempo real, marcando as últimas medidas em datas e horários precisos. São medições e cálculos simultâneos que auxiliam o produtor ou o operador na tomada de decisões corretas, resultando em um melhor aproveitamento da aplicação.

Por se tratar de um trabalho cansativo e que pode conter erros, muitos produtores não realizam corretamente a calibração dos pulverizadores. Com isso, perdem muito dinheiro com desperdícios e com resultado de aplicações mal realizadas. Agora, com a calibração digital, tudo é mais rápido, utilizando apenas um aparelho nas pontas, que já calcula e envia os dados para o aplicativo.

Com a novidade, os fabricantes garantem que reduz desperdícios, melhora e eficiência do produto aplicado, minimiza resistência e auxilia para uma aplicação uniforme. Para economizar tempo e recurso, o produtor faz a inspeção dos bicos em menos tempo, economiza água; apenas uma única pessoa consegue fazer o trabalho e a documentação é automática. Clique aqui para entender no vídeo como funciona.

Sistema KS: aprovado por produtores experientes e que entendem de pulverização
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Sistema KS: aprovado por produtores experientes e que entendem de pulverização

"Esse Sistema KS, eu assino embaixo. Uso há mais de 10 anos e aprovo. É muito bom mesmo". Assim definiu o produtor rural Marcelo Brasa, de Capitão Leônidas Marques, Paraná. Igual a ele, mais de 11 mil clientes, de norte a sul do Brasil, apostaram no Sistema de Estabilização de Barras da KS e, hoje, colhem bons frutos com o investimento.

"É show! Super recomendo. É uma ferramenta indispensável para se ter uma boa operação com barras. É top!", garante o produtor rural em Cruz Alta (RS), Valdomiro Jardim. Entre os comentários de quem investiu e usa o Sistema KS, o que mais se vê é a comodidade que o equipamento oferece, além de proteger as barras e bicos. "Esse sistema funciona 100%. Já usamos há mais de 3 anos. Esse funciona de verdade", destaca o produtor de Sertão Santana (RS), Claiton Kruger.

 

O Sistema KS funciona por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o “efeito chicote”. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais. Com a tecnologia, as barras do pulverizador trabalham totalmente de forma automatizada.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Pulverização: 11 pontos que devem ser observados antes da aplicação
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Pulverização: 11 pontos que devem ser observados antes da aplicação

Proteção contra pragas e doenças. Esse é o objetivo de uma excelente pulverização agrícola para gerar uma boa produtividade no campo. Além das orientações técnicas, como as informações disponíveis nas embalagens dos defensivos, outros pontos devem ser levados em conta para que o trabalho seja realizado a contento.

Pesquisas realizadas pelo Instituto Emater revelam que 16% das aplicações de defensivos agrícolas são desperdiçados pelos erros dos agricultores. Esse mesmo índice também aponta que o produto utilizado pode ser mais eficiente se aplicado corretamente. É necessário ter um planejamento na hora da aplicação dos defensivos agrícolas.

Pontos:
1 - Dose: quantidade de ingrediente ativo (substância química principal de defensivos) que deve ser aplicada na lavoura. Geralmente é medida em gramas ou litros por hectare;
2 - Volume de aplicação: quantidade de calda a ser aplicada na lavoura;
3 - Equipamento de aplicação: tipo de pulverizador será utilizado para a aplicação da calda;
4 - Cobertura: quantidade de gotas da calda que serão depositadas durante a pulverização. É definida de acordo com o tipo do produto e a própria arquitetura da planta;
5 - Tamanho das gotas: definidas de acordo com o modo de ação do defensivo (contato, ingestão, profundidade, fumigante ou sistêmico), condições climáticas no momento da aplicação e as próprias características da lavoura;
6 - Bicos de pulverização: utilizados em alguns tipos de pulverizadores, são escolhidos a partir da definição de qual deve ser o tamanho das gotas na pulverização;
7 - Pressão: nível da pressão a ser feita no pulverizador, que define a vazão e o tamanho da gota da calda;
8 - Deriva: quantidade do produto que não chega até o alvo, influenciada pelos fatores abióticos;
9 - Fatores abióticos: vento, temperatura, umidade e outros aspectos físico-químicos influenciam no sucesso da pulverização. Por isso, é importante estar atento em quais serão as condições do dia em que será feita a aplicação para, assim, regular o pulverizador de forma a reduzir a deriva;
10 - Época de aplicação: fase do desenvolvimento da cultura em que deve ser feita a pulverização agrícola;
11 - Modo de aplicação: se via aérea ou terrestre. É definido de acordo com a extensão e acesso à lavoura e conforme as próprias especificações do defensivo.
(Com informações do site do grupo Siagri, por Adeilson Miranda)

Além desses pontos ligados diretamente à aplicação, outros aspetos devem ser observados, como a manutenção preventiva, controle possíveis vazamentos, mantenha sempre limpo, utiliza pontas de pulverização em perfeitas condições, monitore o funcionamento do agitador de caldas, regule sempre o equipamento e faça a calibragem.