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Expansão: KS Pulverizadores passa a contar com mais uma revendedora em Goiás
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Expansão: KS Pulverizadores passa a contar com mais uma revendedora em Goiás

Seguindo com um grande projeto de expansão, já presente em vários estados, a KS Pulverizadores firmou, recentemente, uma forte parceria com a Anagrícola, que é referência em tratores, peças e implementos agrícolas na cidade de Anápolis (GO).

 

Na nova representante da marca, os produtores goianos contaram com um atendimento mais próximo, além de poderem sanar todas as dúvidas pessoalmente de toda a linha de pulverizadores Starker. A Anagrícola está localizada na Avenida Brasil Sul, 3635 - Vila Popular Munir Calixto, Anápolis - GO, CEP: 75125-670. O telefone da revendedora é: (62) 3313-2100.

 

Recentemente, os profissionais da KS realizaram a entrega em Anápolis de um Pulverizador Starker 1.500.  Além de contar com os pulverizadores com um dos melhores custos-benefícios do Brasil, a linha Starker da KS Pulverizadores possui toda a tecnologia embarcada necessária para otimizar os resultados na aplicação de defensivos em larga escala. Projetados para atender as necessidades do pequeno e médio produtor, entre os opcionais das máquinas está o piloto automático hidráulico, Led azul e o Sistema de Estabilização de Barras da KS. A Indústria conta com pulverizadores autopropelidos que podem ser financiados por meio do Programa Mais Alimentos.

 Clique aqui para conhecer o Pulverizador Starker 1.500.

Sistema KS chega ao plantio de cana-de-açúcar em Nicarágua
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Sistema KS chega ao plantio de cana-de-açúcar em Nicarágua

Presente de norte a sul do Brasil, o Sistema de Estabilização de Barras da KS Pulverizadores começa a conquistar produtores de outros países pelo mundo. Após ser testado e aprovados em plantações de várias culturas, como a de arroz, por exemplo (clique aqui para ler), a tecnologia chegou à produção de cana-de-açúcar, em Nicarágua.

No país localizado na América Central, a agricultura é a principal atividade econômica. Entre as culturas mais cultivadas está a cana-de-açúcar. Devido ao terreno irregular causado pela planta, a pulverização se torna uma tarefa difícil. Para vencer os obstáculos e conseguir uma aplicação mais homogênea, o Sistema KS chegou para facilitar a vida dos produtores.

O vídeo mostra a aplicação sendo realizada em um pulverizador de arrasto. Com o Sistema KS, a pulverização ocorre com mais velocidade e sem o chamado "efeito chicote", que pode causar quebra e entortas de barras, além de outros prejuízos ao produtor rural. Confira no vídeo o trabalho sendo realizado no canavial em Nicarágua:

  

Produção em Nicarágua
A produção de açúcar da Nicarágua deverá aumentar cerca de 2% em 2021/22, totalizando 776 mil toneladas, conforme a estimativa do adido agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Manágua.

A antecipada elevação na produção de açúcar da Nicarágua se deve a uma expansão de um mil hectares na área cultivada com cana. Em 2020/21, a produção de açúcar totalizou 755.764 toneladas, queda de 1% em relação ao ano anterior. (Fonte: Radar Canal Rural)

Sobre o País
A Nicarágua ou República da Nicarágua é um país localizado na América Central, está situado no hemisfério norte ocidental. Essa nação possui o maior território do subcontinente; limita-se ao sul com a Costa Rica; a leste, com o Mar das Caraíbas; a oeste, com o oceano Pacífico; e ao norte, com Honduras.

A atividade produtiva do país está extremamente voltada para o setor primário, sendo a agricultura a principal fonte de receita. O solo é bastante fértil, fator ocasionado pela interferência vulcânica, que deposita sedimentos que fertilizam a superfície. Aproximadamente metade do território encontra-se tomado por florestas. (Fonte: Brasil Escola)

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Embrapa aponta 9 erros mais comuns na aplicação de defensivos
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Embrapa aponta 9 erros mais comuns na aplicação de defensivos

A tecnologia de aplicação não se resume ao ato de aplicar o produto, mas sim na interação entre vários fatores (cultura, praga, doença, planta invasora, produto, equipamento e ambiente) buscando um controle eficiente, com custo baixo e mínima contaminação ambiental. Nesse sentido, a Embrapa publicou os erros mais comuns na aplicação de defensivos, além de lembrar os cuidados que os produtores devem ter durante os trabalhos. Confira:

Principais erros na aplicação de defensivos
1 - Uso do produto inadequado;
2 - Equipamento desregulado;
3 - Dose incorreta (sub e superdosagens);
4 - Momento ou estádio de aplicação incorreto;
5 - Aplicação com condições climáticas inadequadas;
6 - Água usada para mistura do agrotóxico no tanque de má qualidade (excesso de partículas em suspenção, pH incompatível com produtos, entre outros);
7 - Paradas com equipamento ligado;
8 - Escorrimento e gotejamento;
9 - Sobreposição de aplicação.

Condições ambientais no momento da aplicação
As condições de clima devem ser favoráveis à absorção e translocação dos produtos. Em geral, as condições de clima no momento da aplicação devem ser as seguintes: a temperatura mínima de 10°C; a ideal de 20 - 30 ºC; e a máxima, de 35°C. A umidade relativa do ar mínima de 60%; ideal de 70 a 90%; e a máxima, de 95%. Não realizar aplicações na presença de ventos com velocidade inferior a 10 km/h sobre plantas estressadas e em caso de chuva iminente, sob pena de perda da eficiência do tratamento ou causar danos à cultura.

A aplicação sobre plantas estressadas reduz a absorção e translocação do produto e pode reduzir o metabolismo das moléculas pela cultura, reduzindo a seletividade no caso dos herbicidas. A ocorrência de chuva logo após a aplicação pode lavar as moléculas do produto da superfície da folha da planta e impedir a sua absorção. Alguns herbicidas necessitam de até seis horas sem chuva, após a aplicação, para serem absorvidos em quantidade suficiente para serem eficientes.

A baixa umidade relativa provoca a desidratação da cutícula e o consequente secamento rápido da gota sobre a superfície da folha, provocando a cristalização do produto sobre a mesma, dificultando assim, a absorção da molécula. Altas temperaturas podem provocar a volatilização das moléculas e aumentar a evaporação das gotas. Por outro lado, temperaturas baixas podem reduzir o metabolismo das plantas e dificultar a absorção.

A aplicação na presença de vento com velocidade acima de 10 km/h poderá provocar deriva e as gotículas não atingirão o alvo, podendo atingir locais com culturas sensíveis. A deriva consiste no deslocamento de gotas ou vapor até locais não alvos, provocando danos em lavouras vizinhas. Os principais fatores que afetam a deriva são: tamanho de gotas; altura ou distância entre o alvo e o bico; vento; velocidade de aplicação; método de aplicação; e a volatilidade do produto. É comum, por exemplo, observar toxicidade de certas formulações de 2,4-D em videira, quando este herbicida é aplicado em áreas vizinhas. As maneiras de reduzir a deriva são: aplicar em horário adequado; aplicar com boas condições ambientais; usar formulações adequadas; selecionar bicos adequados; e usar pressão de operação adequada.

Cuidados com os equipamentos de aplicação
O sucesso no controle das pragas e doenças depende da escolha do produto adequado e da sua correta aplicação. Os defensivos são aspergidos sobre o solo ou as plantas e para garantir que o ingrediente ativo atinja toda a superfície alvo é necessário que o equipamento esteja distribuindo uniformemente a quantidade correta do produto por área. A quantidade de ingrediente ativo aplicado deve ser correta para evitar falha de controle ou danos à cultura. Para isso, antes de iniciar a aplicação é necessário revisar cuidadosamente o equipamento a ser usado. Os bicos devem ser examinados individualmente, a fim de avaliar o desgaste e o alinhamento. Além disso, o volume de calda a ser aplicado, o número e o tamanho das gotas (Tabela 1), a pressão de funcionamento dos bicos, a dosagem, a diluição, a agitação e a necessidade da adição de adjuvantes devem ser verificado cuidadosamente.

O produtor deve sempre consultar um engenheiro agrônomo para definir a regulagem do equipamento e definir, por exemplo, o tipo de bico a ser usado, com objetivo de distribuir uniformemente a dose correta do produto na área, evitando desperdício e perdas no rendimento devido à toxicidade causada à cultura. A ocorrência de erros na dose aplicada normalmente apresenta reduzida possibilidade de correção e são os principais responsáveis pela maioria das aplicações fracassadas.

 

Não se deve utilizar instrumentos como: agulhas, arames, canivetes, gravetos de madeira para desentupir bicos. O correto é usar um instrumento que não danifique o orifício do bico, como por exemplo uma escova com cerdas de nylon (escova de dentes), um fio de nylon ou ar comprimido.

Troca de bicos
Recomenda-se trocar os bicos quando a média da vazão ultrapassar em 10% a vazão de um bico novo. Quando isso acontece, todo o conjunto deve ser substituído. Ao atingir mais de 10% de desgaste suas características podem prejudicar a aplicação resultando em controle deficiente e toxicidade à cultura. Não se deve esquecer que o custo do desperdício de defensivos e de uma eventual toxicidade à cultura poderá ser muito maior que o custo da substituição dos bicos.

Regulagem do pulverizador
A calibração do pulverizador deve ser realizada periodicamente devido ao desgaste natural de alguns componentes, como os bicos, ou em função de perda da calibração devido ao uso sob condições de campo.
Na calibração os passos a serem seguidos são:
Utilizar os equipamentos de proteção individual (EPI);
Abastecer o pulverizador com água limpa;
Acionar o conjunto de pulverização e avaliar a existência de vazamentos;
Determinar a distância entre os bicos, em metros;
Determinar a velocidade de trabalho em um terreno plano, com características semelhantes às condições de pulverização.

Para determinar a velocidade, deve-se medir uma distância, preferencialmente igual ou maior que 50 m. Percorrer a distância medida e anotar o tempo gasto (em segundos). Acionar o aspersor e coletar a água aspergida em tempo igual àquele gasto para percorrer a distância. Repetir esta operação em vários bicos. Obter a média e calcular a vazão, que pode ser determinada com a fórmula:

Vazão (L/min)= 0,06 x volume coletado (mL) / tempo (s) 

O volume de calda adequado varia entre produtos e o usuário deve estar atento para isso, seguindo as recomendações de dos e volume de aplicações de cada produto. Além disso, é importante que seja obtida boa cobertura foliar (Tabela 2) de acordo com o produto que está sendo aplicado.

 

Fonte: Embrapa

Saiba como são identificadas as pontas de pulverização
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Saiba como são identificadas as pontas de pulverização

As pontas de pulverização são um dos elementos mais importantes de um pulverizador, pois a vazão do líquido e o tamanho das gotas dependem desse instrumento. Nesse trabalho, a ponta tem a função de criar e dispersar as gotas em certa posição, com o objetivo de atingir o alvo biológico.

A escolha de pontas serve para ajustar ao tipo de aplicação que será realizada. As pontas cônicas são recomendadas principalmente para pulverização de fungicidas e inseticidas de contato e sistêmico, por conta da sua característica ser gotas finas e muito finas, que garantem maior cobertura e penetração no alvo desejado.

Os critérios para seleção correta das pontas devem levar em consideração as condições ambientais no momento da aplicação, o tipo de produto utilizado, o alvo que se deseja atingir e o volume de calda pulverizado.

No que se refere aos tipos de pontas, o mercado oferece várias opções, dentre elas, podemos destacar as pontas de energia hidráulica, que são utilizadas na maioria dos pulverizadores:

Pontas de jato plano:
São pontas com tendência de formar tamanho de gota mais uniforme. Essas pontas são identificadas por uma série de números, por exemplo, 11002, isso quer dizer que 110 é o ângulo de abertura do leque e 02 identifica a vazão da ponta.

As pontas planas produzem jatos em um só plano no formato de leque, podendo ser oferecidas no modelo de jato plano duplo, possuindo dois orifícios idênticos de saída.

Esse modelo é produzido em uma grande variedade de tamanhos e ângulos de abertura do leque, sendo as mais comuns utilizadas, as pontas de jato plano de 80 e 110º. As pontas com leque de abertura maior, geralmente produzem gotas mais finas.

Veja a importância de pontas de pulverização e aprenda a escolher from Canal Rural on Vimeo.

Pontas de jato cônico
As pontas de jato cônico podem ser diferenciadas por “cone vazio” e “cone cheio”. Ao passar pelo orifício da ponta, o líquido forma um filme em formato de cone. A deposição das gotas no cone vazio se concentra somente na periferia do cone, enquanto que, as gotas no cone cheio completam todo o formato.

Por atingirem diferentes ângulos, as pontas de jato cônico são indicadas na pulverização de alvos irregulares, como plantas com dossel mais complexo, proporcionando maior cobertura do alvo.

Em geral apresentam formação de gotas mais finas, com alta capacidade de penetração e cobertura do alvo, porém há maior risco de deriva e evaporação das gotas.

Existe no mercado, uma gama de opções e modelos de pontas de pulverização, para saber mais sobre elas e conhecer os diversos modelos, você pode acessar o manual de tecnologia de aplicação, disponibilizado pela ANDEF (clique aqui). 

Todos esses fatores listados até momento, são cruciais para a realização de uma pulverização adequada, evitando a contaminação do ambiente pelo risco de deriva, e garantindo alimentos produzidos com maior qualidade e segurança.

A tecnologia de aplicação visa diminuir os riscos causados pela utilização de defensivos agrícolas, pois sabe-se que boa parte dos produtos aplicados são perdidos para o ambiente em forma de deriva.

Tipos de bico
Existem diversos tipos de bicos para pulverização, mas os principais são o leque ― cuja distribuição do líquido, conforme o nome sugere, se dá como um leque ― e o cônico, que tem padrão circular. (Com informações do Blog do Ifope Educacional)

Sistema KS: “Agora, só tenho benefícios e agilidade na aplicação”, garante produtor
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Sistema KS: “Agora, só tenho benefícios e agilidade na aplicação”, garante produtor

Uma aplicação perfeita. Assim, o produtor gaúcho de Três de Maio (RS), Diego Rossi, resume como é trabalhar com o Sistema de Estabilização de Barras da KS Pulverizadores. Em uma área com muitas ondulações no terreno, manter as barras do pulverizador intactas depois de um período de trabalho era um desafio para o produtor, mas esse problema foi resolvido com o Sistema KS.

"A gente tinha um grande problema, com a quebra de barras, além de uma aplicação ruim. O trabalho era feito mais devagar, em função disso. Mas, hoje, depois que começamos a usar o Sistema KS, praticamente não aconteceu mais esses problemas. Só tivemos benefícios e agilidade. Onde, antes, eu fazia a 11 quilômetros por hora, hoje consigo fazer em 18 quilômetros por hora. O que antes eu fazia em uma hora e meia, hoje realizo em uma hora. Em áreas maiores, consigo um maior rendimento por dia, aplicando sempre na mesma altura", revela o produtor.

Sistema KS
O equipamento em funcionamento alivia o peso das barras, deixando praticamente nulo. Para manter uma altura exata de pulverização é instalado um garfo com roda em cada barra, que tem por simples finalidade a regulagem de altura, projetadas para não causar danos na plantação. O Sistema KS de Estabilização de Barras mantém a pulverização uniforme, mesmo em terrenos irregulares e em velocidades maiores. Tudo isso para facilitar o processo de pulverização na lavoura, mantendo a qualidade de forma rápida e prática.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Pulverização: fatores que afetam a eficiência da aplicação de defensivos
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Pulverização: fatores que afetam a eficiência da aplicação de defensivos

No combate a pragas e doenças na produção, o grande aliado nesse trabalho são os defensivos agrícolas. Uma aplicação bem feita pode refletir no aumento de produtividade nas lavouras. Porém, se não realizada corretamente, o produtor pode ter prejuízos financeiros e prejudicar o meio ambiente. Segundo o Instituto Emater, quase 46% das aplicações são desperdiçadas por erros humanos.

Entre os fatores que mais influenciam para uma aplicação mais eficiente e que devem ser observados estão: o clima, o alvo desejado, tipo de produto, veículo de ação do produto, preparação da calda, volume de aplicação e escolha das pontas de pulverização.

Os erros mais comuns são: escolha errada de um produto inadequado, não regular o equipamento, errar na limpeza e manutenção dos bicos, não regular corretamente o pulverizador e desrespeitar as condições climáticas.

Sobre as condições climáticas, as ideias para pulverização são:
- Umidade relativa do ar: mínima de 50%;
- Velocidade do vento: de 3,0 a 10 km/h;
- Temperatura: abaixo de 30ºC.

O alvo é aquilo que foi escolhido para ser atingido no momento da aplicação de um defensivo (planta, solo, inseto e doença).

A definição do alvo biológico exige conhecimento da biologia da praga, de maneira que possa ser determinado em qual estágio ela é mais suscetível ao agrotóxico.

Tipo de produto
Os produtos são classificados como herbicidas, quando destinados ao controle de plantas daninhas; inseticidas, quando utilizados para o controle de insetos e; fungicidas, quando o alvo de controle são as doenças.

Veículo de ação
Os produtos podem ser divididos de acordo com o seu modo de ação no alvo:
– Produtos com ação de contato: atuam no local onde são depositados, ou seja, não translocam pela planta e há necessidade de entrar em contato direto com o alvo;
– Produtos de ação sistêmica: o produto é absorvido pela planta e circula internamente. Não há necessidade de entrar em contato direto com as pragas e às doenças, já que tem a capacidade de atuar em pontos diferentes do local de aplicação.
Cada defensivo possui uma formulação diferente, ou seja, tem em sua composição diversos componentes ativos, que são essenciais para que o produto possa cumprir a sua finalidade.

Consulte a classificação das formulações no site do MAPA, baixando o anexo disponível na página.

Volume de aplicação
O volume de aplicação consiste na quantidade de calda pulverizada por área ou por planta, de forma simplificada, é a quantidade de líquido que sai do equipamento.

A eficiência da aplicação depende da quantidade de produto que atinge o alvo, por exemplo, os produtos de ação sistêmica não necessitam de cobertura total do alvo, devido a sua capacidade de translocação. Já os produtos de ação de contato, exigem maior cobertura do alvo para realizar o controle.

Calda
Definir o volume ideal da calda envolve vários aspectos, além das pontas a ser utilizadas. Devem ser levados em consideração o índice de área folear, alvo e o produto que vai ser trabalhado.

Com herbicidas, por exemplo, se pode trabalhar com um volume de calda menor, mas com gotas mais grossas. No entanto, quando vai aplicar inseticida e fungicida, não se pode diminuir o volume de calda para não perder em cobertura, reduzindo um pouco do tamanho da gota para atingir melhor o alvo.

O volume de calda é um dos fatores que influenciam na deposição uniforme de gotas nas folhas, pois afetam diretamente na quantidade total de gotas produzidas. A quantidade utilizada é uma variável a ser testada e deve garantir a cobertura desejada.

Clique aqui para saber como calcular o volume de calda para pulverização.

Deriva
Na pulverização, entre os cuidados que devem ser tomados está a deriva, que é o movimento de um produto no ar durante ou depois da aplicação para um local diferente do planejado, ou seja, é tudo aquilo que não atinge o alvo durante a aplicação.

As condições climáticas desfavoráveis ​​são os principais vilões da deriva e do aumento da evaporação. Exemplo disso são: alta velocidade do vento (> 10km/h), alta temperatura (> 32 °C) e baixa umidade relativa (< 55%). De acordo com pesquisadores, de 80 a 90 % dos problemas de deriva vem dessa combinação de ponta inadequada e condição meteorológica ruim e o resultado é uma lavoura com problemas, além do meio ambiente.

Pontos para evitar a deriva
- A regulagem do pulverizador é indispensável para uma boa aplicação;
- Peso e diâmetro de gotas;
- Condições climáticas durante as aplicações de defensivos;
- Adjuvantes para evitar a deriva de defensivos agrícolas;
- Escolha corretamente a ponta de pulverização;
- Pressão adequada, altura da barra e cobertura;
- Siga a bula dos produtos para garantir o uso correto e seguro;
- Selecione ingredientes ativos ou formulações não voláteis ou de baixa volatilidade;
- Use adjuvantes de acordo com as bulas.

Pontas de pulverização
As pontas de pulverização são os elementos mais importantes de um pulverizador, pois a vazão do líquido e o tamanho das gotas dependem desse instrumento. A ponta tem a função de criar e dispersar as gotas em certa posição visando atingir o alvo biológico.

A seleção de pontas serve para adequar o pulverizador ao tipo de aplicação que será realizada.

Os critérios para seleção correta das pontas, deve levar em consideração as condições ambientais no momento da aplicação, o tipo de produto utilizado, o alvo que se deseja atingir e o volume de calda pulverizado. (Com informações do Blog do Ifope Educacional e Embrapa)