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Bicos de pulverização: veja fatores que causam desgastes e prejuízos
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Bicos de pulverização: veja fatores que causam desgastes e prejuízos

Fundamentais para o trabalho durante as aplicações, os bicos dos pulverizadores devem estar sempre em bom estado para proporcionar bons resultados e evitar desperdícios. O produtor deve ficar atentos a alguns sinais e sempre fazer a checagem necessária, a fim de saber se deverá fazer a troca de bicos ou não.

O critério para a troca deve ser o desgaste, e não utilizar como referência as horas de trabalho para a substituição dos bicos, pois não é levado em conta os cuidados e não reflete a qualidade da aplicação. Com isso, deve se adotar como parâmetro a vazão nominal de cada bico, de acordo com a tabela do fabricante, quando for verificada uma vazão acima de 10% da vazão nominal do novo, o que pode acarretar em desperdícios e queda do desempenho, o bico deverá ser substituído.

 Fatores que causam desgastes

  • - Tipo de produto: quanto mais abrasivos, mais rápido será o desgaste do material. A maior abrasividade está nas formulações pó molhável e suspensão concentradas;
  • - Pressão de trabalho: quanto maior, maior o desgaste do material;
  • - Qualidade da água: deve ser limpa, isenta de partículas em suspensão;
  • - Dos cuidados no momento da limpeza: nunca utilizar objetos metálicos e pontiagudos para esta atividade, para a limpeza utilize sempre escova com cerdas de nylon, como exemplo, escova de dente.

 Recomenda-se que o produtor sempre utilize pontas fabricadas com material de alta resistência. De maneira geral e com uso normal, temos disponíveis as pontas fabricadas com os seguintes materiais:

  • - Cerâmica: material de alta resistência ao desgaste com o uso de produtos abrasivos e corrosivos. A sua vida útil com tratamentos normais está entre 400 e 600 horas de uso;
  • - Aço inoxidável endurecido: também possuem alta resistência ao desgaste, boa durabilidade e resistência aos produtos abrasivos e corrosivos, porém a sua vida útil é menor que a das pontas de cerâmica;
  • - Aço inoxidável: apresenta boa resistência ao desgaste;
  • - Polímero: resistência ao desgaste de média a boa, porém o orifício é facilmente danificado ao limpá-lo;
  • - Latão: baixa resistência ao desgaste, susceptível a corrosão.

Resumindo: para buscar prolongar a vida útil dos bicos de pulverização, utilize químicos de baixo poder abrasivo, sempre preze pela boa qualidade da água, além de respeitar a pressão de trabalho recomendada, sem esquecer da limpeza adequadamente.

Com informações da Embrapa.

'Sistema KS foi feito para ajudar bastante', garante produtor
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'Sistema KS foi feito para ajudar bastante', garante produtor

“Uma aplicação mais homogênea”. Assim, o produtor rural Milto Spessatto resume o resultado de um trabalho com o Sistema de Estabilização da Barras da KS Pulverizadores. "O equipamento faz com que as barras acompanhem o declive da área, automaticamente, deixando bem melhor a aplicação. É algo que veio para ajudar bastante", detalha.

A tecnologia também contribui na economia de defensivo e na otimização do tempo na aplicação, do início ao fim do ciclo da soja, mesmo com a planta já em porte alto. O Sistema KS colabora para um aumento vida útil do sistema hidráulico do pulverizador. Para milhares de operadores de máquina, o equipamento foi um divisor de águas nos trabalhos de pulverização nas propriedades. “Antes, a gente tinha que ficar de olho toda hora na barra, para ver se estava pegando no chão. Agora, não tem mais perigo em terrenos irregulares”, garante Josimar Peritti.

O Estabilizador de Barras KS controla automaticamente a altura das barras, evitando a deriva durante a aplicação de defensivos, possíveis danos nas barras e bicos, além de proporcionar maior conforto ao operador. O Sistema da KS em conjunto com a rodas ajudam a manter a barra estável mesmo em terrenos irregulares, com curvas de nível, por exemplo. As barras podem ser reguladas na altura que for preciso e os bicos podem trabalhar livremente, garantindo, inclusive, a abertura de leque ideal para que o alvo seja atingido.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Pulverização: o que deve ser feito para evitar a deriva
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Pulverização: o que deve ser feito para evitar a deriva

Nos trabalhos no campo, vários fatores devem ser observados a fim de evitar desperdícios e prejuízos. Na pulverização, entre os cuidados que devem ser tomados está a deriva, que é o movimento de um produto no ar durante ou depois da aplicação para um local diferente do planejado, ou seja, é tudo aquilo que não atinge o alvo durante a aplicação.

Isso pode ocorrer devido a vários fatores, como vento, temperatura inadequada, umidade fora do recomendável e outros aspectos físico-químicos que influenciam no sucesso da pulverização. Por isso é importante estar atento em quais serão as condições do dia em que será feita a aplicação para, assim, regular o pulverizador de forma a reduzir a deriva;

As condições climáticas desfavoráveis ​​são os principais vilões da deriva e do aumento da evaporação. Exemplo disso são: alta velocidade do vento (> 10km/h), alta temperatura (> 32 °C) e baixa umidade relativa (< 55%). De acordo com pesquisadores, de 80 a 90 % dos problemas de deriva vem dessa combinação de ponta inadequada e condição meteorológica ruim e o resultado é uma lavoura com problemas, além do meio ambiente.

De maneira geral, para condições climáticas mais adversas, como temperatura muito elevada e umidade relativa do ar baixa, exigem tamanhos de gotas mais grossas para se reduzir o potencial risco de deriva. Defensivos agrícolas que atuam de forma sistêmica possibilitam esse padrão de gota, uma vez que estes possuem certa mobilidade dentro do alvo.

Não realizar uma definição adequada da faixa de aplicação pode resultar em vários problemas, entre eles, a deriva e a saturação da folha. Tudo isso reflete diretamente no resultado final da produção e na lucratividade do produtor. Clique aqui para ler mais sobre faixa de aplicação.

Pontos para evitar a deriva
- A regulagem do pulverizador é indispensável para uma boa aplicação;
- Peso e diâmetro de gotas;
- Condições climáticas durante as aplicações de defensivos;
- Adjuvantes para evitar a deriva de defensivos agrícolas;
- Escolha corretamente a ponta de pulverização;
- Pressão adequada, altura da barra e cobertura;
- Siga a bula dos produtos para garantir o uso correto e seguro;
- Selecione ingredientes ativos ou formulações não voláteis ou de baixa volatilidade;
- Use adjuvantes de acordo com as bulas.

Atenção
A altura da barra excessiva leva a perda por deriva e evaporação. Mantenha o cruzamento dos jatos.

Para manter as barras sempre na mesma altura e niveladas, os produtores contam com o Sistema KS, que já foi comprado e aprovado por mais de 11 mil agricultores e operadores de norte a sul do Brasil. A tecnologia trabalha por meio de válvulas hidráulicas sob pressão. O equipamento alivia o peso das barras, evitando o efeito chicote. A instalação é possível em máquinas de todas as marcas, sem alterar as características originais. Com o equipamento, as barras do pulverizador trabalham totalmente de forma automatizada.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Conheça os componentes do bico de um pulverizador e os principais tipos
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Conheça os componentes do bico de um pulverizador e os principais tipos

Entre os componentes de um pulverizador, sem dúvidas, um dos mais importantes são os bicos de pulverização. Diante da grandeza das máquinas, eles ficam quase invisíveis. No entanto, apesar de pequenos, essas peças possuem um grande papel na pulverização. A sua escolha e cada detalhe devem ser analisados, com estratégia, de acordo com o produto a ser aplicado, a fim de ter o melhor resultado possível, sem desperdício e com qualidade.

O bico é um dispositivo de precisão que facilita a dispersão do líquido na pulverização. As suas principais finalidades são: distribuir um líquido em uma área, aumentar a área de superfície do líquido e criar força de impacto em superfície sólida. Os componentes do bico de um pulverizador são: corpo de bico tipo T ou TT, filtro, anel de vedação de ponta opcional, ponta de pulverização e capa.

Normalmente, o termo “bico de pulverização” é utilizado como sinônimo de “ponta de pulverização”, porém, correspondem a estruturas diferentes. O bico é composto por todo o conjunto com suas estruturas de fixação na barra, enquanto que ponta corresponde ao componente do bico responsável pela formação das gotas.

Principais bicos
Bico Cone: Formado por tubo helicoidal, com uma ponta em forma circular possuindo dois tipos, o cone vazio e o cone cheio. Trabalha sobre altas pressões atendendo culturas perenes e anuais. Utilizado para aplicação de inseticidas e fungicidas por contato, é possível utilizar diferentes vazões, ângulos e abertura para determinar o tamanho das gotas.

Bico Leque: Sua saída é um “V” invertido formado por uma elipse, possuindo dois tipos, o leque padrão e o leque uniforme. Sua disposição é maior no centro se dissipando nas extremidades. É o mais utilizado em pulverizadores de barra. Distribuição uniforme é atingida quando a altura e os espaçamentos entre os bicos estão calibrados para se cruzarem; utilizados principalmente para aplicação de herbicidas.

Bico de indução a ar: Trabalha em alta pressão. Possui dois orifícios por onde o ar passa. O primeiro, chamado de pré-orifício, mede a vazão e o segundo conhecido como o de saída, forma o padrão da pulverização. Este bico permite a redução da deriva que é o fenômeno de transporte das partículas do defensivo, pelo vento, para áreas não alvo.

O bico apropriado deve ser selecionado de acordo com os requisitos da aplicação. A escolha do bico depende de fatores relacionados com a prática de aplicação, como o ciclo da planta, o tipo de pragas ou ervas daninhas, a temperatura atual, o vento e a umidade, o tipo de equipamento de pulverização e o tamanho da área a ser aplicada. (Com informações do Embrapa e Mais Soja)

Pulverização: veja como calcular litros por hectare
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Pulverização: veja como calcular litros por hectare

Para otimizar os trabalhos e evitar desperdício de calda, a fase do planejamento faz toda a diferença no trabalho de pulverização. Entre os cálculos que o produtor ou o operador deve fazer antes de iniciar o trabalho no campo é mensurar a dosagem por hectare, além de calcular a área tratada por minuto.

Cálculo por hectare
Volume de calda gasto será obtido multiplicando-se a vazão do pulverizador (15,38 litros/min) pelo tempo que se gasta para a pulverização (9,52 min/ha). Volume consumido/ha = 15,38x9,52 = 146,46 litros/ha.

Cálculo da quantidade para o preparo da calda
Normalmente, as embalagens dos defensivos podem apresentar recomendação de dosagem em duas formas:

- na forma de XX a YY gramas de produto/ha ou XX a YY mililitros/ha;
- na forma de XX gramas de produto por 100 litros ou XX mililitros de produto por 100 litros, com recomendação de um volume de calda mínimo que deve ser utilizado para controle eficiente de pragas e doenças.

A recomendação apresentada na forma de XX gramas ou mililitros/100 litros é amplamente utilizada pelos agricultores devido à facilidade dos cálculos para preparo da calda. Entretanto, essa recomendação só deve ser utilizada quando se emprega grandes volumes de calda, ou seja, acima de 500 litros por hectare, obedecendo à recomendação do fabricante do defensivo.

Para o exemplo de consumo de 150 litros de calda/ha, o agricultor deverá utilizar uma recomendação que especifique a dosagem do agrotóxico em gramas ou mililitros por hectare.

Exemplo:
Supondo que o agricultor utilizará um inseticida para controle de uma determinada lagarta. No rótulo ou bula da embalagem, o agricultor encontra a recomendação de dosagem de 1,5 a 2,0 L/ha do produto comercial. Devido às características da cultura e do elevado risco de infestação da praga, o agricultor optou por aplicar a dosagem de 2,0 litros do produto comercial por hectare. Supondo que a capacidade do tanque do pulverizador é de 500 litros, volume esse, suficiente para tratar 3,33 hectares. (Fonte: Embrapa)

O uso correto de adjuvantes pode aumentar significativamente a eficácia dos produtos aplicados. Entre as vantagens dos adjuvantes estão a rápida absorção de produtos, menores perdas ocasionadas por chuvas após a aplicação, e a facilitação da cobertura das superfícies hidro-repelentes, como folhas ou frutos e corpos ou coberturas cerosas de pragas.

Como calcular a área tratada por minuto
Exemplo:
Largura da área tratada = 40 bicos x 0,6m de espaçamento entre bicos = 24 metros
Área tratada = velocidade x largura da área tratada
Área tratada = 200m/min x 24 metros = 4800 m/min
Em hectare = 4800/10000 = 0,48 ha/min
A fórmula da taxa de aplicação é:
Taxa de aplicação = vazão total/área tratada

Exemplo:
Taxa de aplicação = 32L/min/0,48ha/min = 67 L/ha

 Aplicativos de celular
Novas ferramentas permitem ao usuário definir a dose de uso do herbicida na medida do quadro de infestação. A tecnologia atende a produtores de 15 culturas para as quais o herbicida da empresa está registrado, incluindo soja, milho, algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão e pastagens.
Os aplicativos Calculadora de Crucial® e WeedApp® são gratuitos e estão disponíveis nas lojas virtuais, nas versões Android e IOS.

Calibração do Sistema KS: veja o passo a passo
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Calibração do Sistema KS: veja o passo a passo

Utilizado em todas as marcas de pulverizadores disponíveis no mercado, o Sistema de Estabilização de Barras da KS pode ser instalado sem modificar as características originais das máquinas. Aproveite todos os benefícios que a tecnologia hidráulica pode proporcionar durante as aplicações. Com ele, você evita o “efeito chicote” e otimize seus trabalhos.

Para isso, de forma simples, você deve realizar a calibração do Sistema KS. Antes de iniciar, faça-se a preparação do pulverizador. Siga o passo a passo:

Abra o registro de funcionamento do Sistema KS. Após, para abrir as barras, o operador deve, em toques, levantar as barras do apoio, abrir o giro, abrir as duas ponteiras ao mesmo tempo. Neste momento, as barras podem começar a baixar. Isso é normal.

Calibrando o Sistema KS:
Nivele as barras ao quadro.  Em toques, baixe as barras até que fique levemente abaixo dos quadros. Baixe o quadro até nivelar as barras.
Pronto! O Sistema KS já está calibrado.

Regulando a altura de pulverização
Solte os parafusos da trava debaixo, regule na altura desejada e aperte novamente.
Já na trava-guia de cima, deixe de 10 a 15 centímetros de folga do suporte do garfo. Observe o sentido da roda, para que fique na posição “trabalho” e aperte os parafusos.
Ao operar o pulverizador sem o Sistema KS, retire as rodas, descarregue a pressão do sistema e feche o registro.

Inicie o trabalho
Com a máquina em movimento, em lugar plano, verifique a pressão da mola do garfo.
Se estiver comprimida, está exercendo muito peso sobre a roda. Em toques, acione para levantar.
Se a barra não estiver tocando a mola, ela está muito leve. Em toques, acione para baixar, até que fique apoiado na mola.

Levantar a barra com a máquina em movimento
Levante normalmente as barras. Após passar pelo obstáculo, em toques, abaixe até encostar na mola.

Fechando as barras
Levante o quadro e feche as ponteiras. Neste momento, as barras poderão levantar sozinhas. Com o quadro levantado, nivele as barras e guarde no apoio.
Acione para baixar 15 segundos cada lado.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.