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Confira algumas dicas para o preparo da calda de pulverização
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Confira algumas dicas para o preparo da calda de pulverização

Além de verificar o pH da água mais indicado, como abordamos em artigo anterior (clique aqui para ler), agora, vamos se aprofundar no preparo da calda para pulverização. Alguns detalhes devem ser observados nesta fase de pré-aplicação. Vale lembrar a importância de procurar a orientação de um engenheiro agrônomo para que o manejo de pulverização tenha eficiência técnica, econômica e ambiental.

Vários fatores influenciam na qualidade das aplicações e eficácia dos defensivos agrícolas no controle dos agentes nocivos. De uma forma geral, para o preparo da calda, realiza-se a adição direta do produto no tanque de pulverização ou por meio de pré-diluição. Nesse último caso, dissolve-se o produto em pequena quantidade de água, agitando-o até a completa homogeneização da suspensão. A seguir, despeja-se a suspensão no tanque de pulverização, que deve conter dois terços do volume de água a ser utilizada. Após esta etapa, completa-se o volume total de água do tanque.

Dicas:
- Agitação ininterrupta dentro do tanque;
- Observe sempre o pH da água usada;
- Prepare em local sombreado, aberto e que apresente boa ventilação;
- Produção com formulação insolúvel, faça a pré-diluição antes em recipiente menor;
- Atenção às instruções presentes nos rótulos do produto;
- Nunca deixe a calda em repouso dentro do tanque;
- Escolha pulverizador com alta vazão de bomba;
- Sistema de agitação mais eficiente faz a diferença;
- Calda deve ser aplicada em tempo mais curto possível;
- Se tiver que interromper a aplicação, transfira a calda para reservatório auxiliar;
- Uso de equipamentos de proteção individual (EPIs);
- Evite pulverizar nas horas mais quentes do dia, contra o vento e em dias de vento forte e chuvosos. 

Uso de adjuvantes  
O objetivo do seu uso é aumentar a eficácia no combate a daninhas, pragas e doenças; facilitando a aplicação dos produtos e, consequentemente, reduzindo os riscos de perdas. A bula do defensivo agrícola sempre vai trazer a informação de quando se deve utilizar um adjuvante. Alguns produtos já vêm com ele na formulação e por isso não precisam ser adicionados na hora da aplicação. Em breve, vamos abordar o assunto com mais detalhes. (Com informações do site Aeagro)

 

Pulverização: Veja os benefícios da aplicação noturna
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Pulverização: Veja os benefícios da aplicação noturna

Como uma das etapas mais importantes da produção agrícola, a pulverização requer um grande investimento e, com isso, muitos cuidados para que os resultados sejam otimizados, como a economia de defensivos alinhada à qualidade na aplicação. Observar o horário da pulverização e saber aproveitar as melhores condições climáticas podem fazer uma grande diferença no resultado final.

Altas temperaturas, baixa umidade do ar, além de rajadas de vento. Isso são alguns dos motivos que levam os produtores a não fazerem muitas aplicações diurnas. Durante a noite, as condições se apresentam como a melhor opção. Durante o trabalho nesse turno, as gotas da pulverização possuem mais tempo para atuar na planta. Para aplicação dos herbicidas, por exemplo, o período noturno é uma boa opção, tendo menos evaporação, pois a ausência de luz permite que o herbicida atue em mais células do interior da folha.

Benefícios da aplicação noturna
- Temperatura mais amena;
- Umidade do ar mais alta;
- Gotas de pulverização agem por mais tempo;
- Menos perda por evaporação;
- Menos ventos;
- Melhor eficiência no controle de pragas.

Com essas vantagens, a possibilidade de as gotas atingirem o alvo biológico são, muitas vezes, maior. Para realizar a aplicação com sucesso é necessário que você compreenda as características físico-químicas dos produtos e seu mecanismo de ação, além de ter um bom conhecimento do meio ambiente da propriedade. Essa regra vale para fungicidas, herbicidas, inseticidas, reguladores de crescimento etc. Devem ser observados a forma de absorção e de translocação, o metabolismo, e a sensibilidade do elemento de controle para uma boa eficiência biológica. (Com informações do site Agronegócio em Foco)

Somado à calda e vazão, outro ponto que faz a diferença na aplicação é investir em luz de LED azul. Com fácil instalação, o farol pode auxiliar o produtor nesse trabalho. Nos pulverizadores autopropelidos da KS, a tecnologia já é um item de série. As máquinas da marca contam com um dos melhores custos-benefícios da categoria. Entre os opcionais, à disposição dos produtores também está o Sistema de Estabilização de Barras da KS, que evita o "efeito chicote", grande responsável por quebras de barras e bicos. A loja de peças e serviços da KS conta com o farol de luz de LED azul à disposição dos produtores.

Clique aqui para ver os produtos e serviços da loja da KS

Pulverização: Veja como ter uma aplicação mais homogênea
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Pulverização: Veja como ter uma aplicação mais homogênea

“O Sistema KS foi feito para ajudar bastante”. Assim define o produtor Milto Spessatto. O Estabilizador de Barras KS controla automaticamente a altura das barras, evitando a deriva durante a aplicação de defensivos, possíveis danos nas barras e bicos, além de proporcionar maior conforto ao operador.

De acordo com o produtor, que aprimorou a sua máquina com o Sistema KS, a tecnologia colabora para uma aplicação mais homogênea, ou seja, mais uniforme de defensivos. "O equipamento faz com que as barras acompanhem o declive da área, automaticamente deixando bem melhor a aplicação. É algo que veio para ajudar bastante", detalha.

Essa melhora ocorre porque o Sistema da KS em conjunto com a rodas ajudam a manter a barra estável mesmo em terrenos irregulares, com curvas de nível, por exemplo. As barras podem ser reguladas na altura que for preciso e os bicos podem trabalhar livremente, garantindo inclusive a abertura de leque ideal para que o alvo seja atingido.

Spessatto conta ainda que até na dessecação, o Sistema KS faz a diferença. "Se você consegue aplicar sempre na mesma altura, não terá deriva e realizará o serviço de uma maneira homogênea. Com certeza fica muito melhor utilizando o equipamento. Faz alguns anos que tenho o Sistema kS, estou muito contente e extremamente realizado", conclui o produtor.

Clique aqui para saber mais sobre o Sistema KS.

Sistema KS: Pulverização com mais velocidade
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Sistema KS: Pulverização com mais velocidade

Com o Sistema de Estabilização de Barras da KS, o produtor acelera seu processo de pulverização. O aparelho hidráulico é instalado na parte traseira do pulverizador. A tecnologia deixa as barras automatizadas. Após a regulagem, o peso fica praticamente nulo, evitando o efeito chicote, que é um dos grandes responsáveis pela quebra e entorta de barras e bicos. Com isso, aumenta-se a velocidade de aplicação, mesmo em terrenos com topografia irregular.

Na fazenda Olho Verde, no município de Santa Rita do Trivelato (MT), o Sistema KS já foi aprovado. São 750 hectares de área de plantio com muitas curvas de nível. Antes, o trabalho de pulverização era muito mais difícil. Em um terreno tão acidentado como esse, a solução foi instalar o Sistema KS. Sem ele, a uniformidade na aplicação seria quase impossível. “Antes, a gente tinha que acompanhar as curvas de nível, que não são de uma largura só, tendo que manobrar o pulverizador e era complicado. Agora, com o Sistema da KS está muito mais fácil para trabalhar e mais tranquilo, porque você não tem mais aquele estresse de estar preocupado com a barra, que está batendo ou levantando. Hoje, pode-se trabalhar tranquilo. Quebrar barras, com nós, isso não acontece mais há 4 safras", garante o gerente da fazenda, Reginaldo da Silva.

Uma pulverização sem falhas e sem manchas de ervas daninhas. Com o Sistema KS, há uma maior uniformidade e precisão da altura das barras com o solo, além na redução da deriva de defensivo, que antes era ocasionado pela oscilação das barras. A tecnologia da KS é compatível com as principais marcas e modelos de pulverizadores do mercado, sem alterar as características originais da máquina.

Clique aqui para sabe mais sobre o Sistema KS.

Dia do Agricultor: Data para ressaltar a força que vem do campo
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Dia do Agricultor: Data para ressaltar a força que vem do campo

Com a missão especial de alimentar o mundo, neste dia 28 de julho, a data nos remete à força que vem do campo e que impulsiona o crescimento e desenvolvimento das cidades. Com um trabalho árduo, de sol a sol, os Agricultores não medem esforços para fazer uma produção cada vez maior e com alta qualidade. Eles não fazem brotar da terra somente plantas, mas também sonhos e realizações.

Em comemoração aos cem anos da fundação do Ministério da Agricultura, a data foi criada a partir do Decreto de Lei n° 48.630 de 1960. Na ocasião, a lei foi assinada pelo então presidente Juscelino Kubitschek, que acreditava serem os agricultores os principais responsáveis pelo crescimento econômico do País. E ele não estava errado.

O crescimento do País e o que dá a grande sustentação à economia nacional passa pelas mãos dos Agricultores. Neste ano, o Brasil voltou ao topo de maior produtor de soja do mundo, com uma supersafra de 247,4 milhões de toneladas de grãos, ficando à frente dos Estados Unidos. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, no geral, o Brasil também é o 3º maior exportador agrícola do mundo.

Ao passar dos anos, o como produzir também mudou. Hoje, os Agricultores possuem mais informações à sua disposição, que são usadas no cultivo das grandes e pequenas propriedades. Aliado à experiência de homens e mulheres que construíram a sua vida na área rural, esse conteúdo soma para aprimorar ainda mais a produção. Na lida no campo, a tecnologia é uma grande parceria do plantio à colheita. Grandes e modernos maquinários ocupam o espaço no horizonte rural, mostrando que a indústria da agricultura segue forte e que caminha para um futuro ainda mais promissor.   

A KS Pulverizadores reconhece o trabalha dos Agricultores e parabeniza a todos pela data.

Veja o pH da água indicado para pulverização
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Veja o pH da água indicado para pulverização

Diversos fatores influenciam na qualidade das aplicações e eficácia dos defensivos agrícolas no controle dos agentes nocivos. A qualidade da água é fator fundamental na eficácia de produtos fitossanitários, representando 95% do volume de pulverização. A água é um solvente universal e é o principal veículo em aplicações. Devido a isso, as suas propriedades nas pulverizações podem influenciar de maneira significativa o desempenho dos produtos nela misturados. Um dos principais pontos para avaliar a qualidade da água é o pH.

Muitos agricultores evitam usar água de rios por causa dos teores elevados de argila, de material orgânico ou de sais. Optam pela água de poços artesianos que, em geral, são límpidas. Se a água apresentar quantidade elevada de partículas de terra em suspensão, pode reduzir a meia-vida (tempo para inativar 50% do produto) de herbicidas. Cada defensivo agrícola apresenta um pH que terá maior eficiência.

Nas regiões com águas minerais e alcalinas, o pH pode atingir níveis superiores a 9. Muitos produtos fitossanitários reduzem a sua meia-vida hidrolítica quando misturados com água alcalina. Com relação à acidez, os trabalhos recentes mostram que alguns herbicidas e inseticidas piretroide têm sua eficiência melhorada quando aplicados com água de pH próximo a 4,0. Os fungicidas, inseticidas e acaricidas, de maneira geral, possuem melhor ação em pH 5.

A maioria dos produtos formulados é mais eficiente numa determinada faixa de pH da calda. De modo geral, os defensivos apresentam maior eficiência quando em caldas com pH levemente ácido, variando de 5 a 6. Dificilmente são utilizadas caldas com pH inferior a 3,5, pois abaixo deste valor poderá ocorrer dissociação iônica e precipitação do produto.

Outro fator determinante é a condutividade elétrica. Essa representa a concentração de íons na solução que são capazes de conduzir corrente e, consequentemente causar dissociação de moléculas.

Vale salientar a importância de procurar a orientação de um engenheiro agrônomo para que o manejo de pulverização tenha eficiência técnica, econômica e ambiental. 

3 passos para a correção do pH ideal
- Analise o pH da água (laboratórios ou medidor portátil);
- Analise a condutividade elétrica (para saber a quantidade de redutor de pH a ser utilizado);
- Utilize um redutor de pH sempre que necessário (utilize o redutor antes de misturar os defensivos).
Após corrigir o pH da água, você poderá fazer a calda para pulverização.

Com informações: Revista Campo & Negócios e Rotoplastyc